terça-feira, 1 de abril de 2008

Amores pra vida inteira...

Gente olha só que texto maravilhoso, li hoje a noite no blog da Lu do Norte e fiquei refletindo em todos os amores que tenho e claro naqueles que se encaixam perfeitamente nessa história. O maridão é claro é um deles, mas esse agarrei e não largo mais... e o outro também não é novidade pra ninguém é meu Luizinho, engraçado como ele entrou assim de mansinho na minha vida e tomou tanto espaço no meu coração... e é esse amor que rezo todos os dias para nunca perder...mas Deus é pai e a cura é Divina...

"Alguém aí já sentiu na pele um amor que começa sem paixão?

Quando a gente não conhece uma pessoa, e sim, a reconhece?

Quando acontece uma identificação imediata, uma afinidade sem explicações...

Alguém aí já viveu ou sentiu algo assim, com reciprocidade?

Você encontra alguém da forma mais inusitada possível e sente que aquela pessoa já faz parte da sua vida há muito tempo.

Mas como, se em tese, você mal a conhece?

Você ouve a voz dela e é como um bálsamo para seus ouvidos.

Você ouve a voz dele e não tem vontade de desligar.

Se ele demora para aparecer, você fica preocupada, aflita.

Se ela some, você a procura, sente falta, quer notícias.

Sentem um carinho sem medidas, um amor que pede a presença, mesmo que distante.

Estão conectados pela alma, de uma forma como nunca aconteceu antes.

Mas eles sabem que não vieram ao mundo para ficarem juntos.

Eles sabem que não podem, que não devem, que estão em épocas diferentes, separados pelo destino de forma talvez, proposital.

E mesmo tendo essa consciência ainda se amam, de verdade.

Alguém aí entende um amor que começa sem paixão?

A paixão cega, desnorteia, sufoca, oprime e quer posse.

Esse tipo de amor não quer e nem precisa de nada disso.

Ele tem paz, tem serenidade, tem desapego, tem saudade.

Você pensa em algo e ela já está escrevendo, exatamente o que você pensou.

Você pensa nela e ela te chama, no mesmo instante.

Poderiam ser irmãos, amigos ou amantes.

Poderiam, mas o destino não quis.

E neste caso não vale o livre-arbítrio.

Eles se reconheceram na distância e assim permanecerão.

Talvez em outra vida eles possam se encontrar de novo e transformar este amor.

Talvez eles possam até, quem sabe, viver esse amor?

Maravilhoso, né... Boa noite gente...

2 comentários:

Du disse...

Paola, em primeiro lugar queria te agradecer a visita ao meu Norte!

Nossa, você não imagina a emoção que senti ao chegar aqui e ver o texto que eu escrevi ontem a noite aqui no seu blog! Cheguei a chorar, acredita? Quando escrevi, nunca imaginei que pudesse tocar tanto as pessoas, e fiquei muito feliz por você também ter gostado!

Eu fiquei sabendo da história do Luís Flávio pelo blog da Cris, quando ela fez aquela campanha da doação da medula óssea. Eu também aderi a campanha, há mais de 2 anos, quando entrei para o cadastro nacional de doadores. Só estou no aguardo de um paciente compatível comigo!Se Deus quiser, há de aparecer algum!

Parabéns pelos amores da sua vida, parabéns por esse tanto de amor que você carrega no seu coração!

Estou levando o link do seu blog pra lá, assim não esqueço de voltar, ok?

Seja sempre bem-vinda ao meu cantinho!

Beijos pra você e pra esse menininho tão fofo!!!

Obrigada!

Cristiane Fetter disse...

Nossa, que legal ver a Du por aqui, esta menina é nota 10.

Paola, fico muito feliz em ver que o Luiz está indo bem, apesar de tudo e saber que você também está ótima.

Beijocas no seu coração.